La animación transforma la realidad

¿Qué son el espacio y el tiempo? está pregunta es explorada como documental sobre la animación por Cecilia Traslaviña. Al final me tuve que detener a reflexionar sobre lo que yo mismo pensaba sobre estos tópicos y como los relaciono con mi trabajo, y en cierta medida encontré que lo que me interesa de la animación es la capacidad de transformar la realidad al jugar con nuestra percepción del movimiento:

Me gusta de la animación  su forma de generar relaciones entre espacios, enunciados en sus propiedades materiales e interdimensionales.

La técnica animada nos permite relacionar diversos espacios de diversas naturalezas, es algo que, desde el punto de vista de la simulación, ha tenido trascendencia en la forma de reconocer la realidad, o mejor dicho, de ultra-pasar los limites de lo real, de crear nuestras propias reglas y juegos.

El espacio de la animación es transmedial y transsubstancial, gracias a ella la naturaleza de la imagen como construcciónadesde lo real parece desvanecerse, para construir lo real desde la percepción.La animación permite una interacción con nuestras proyecciones de la realidad.

A relidade é uma massa em progresso

O semestre que acabou fui aluno especial da disciplina Caleidoscópio Digital da ECA (Universidade de São Paulo), ministrada por Marcelo Denny, como apoio para o projeto que vou encaminhar para mestrado.

Pode-se ver um progresso do trabalho em este vídeo, onde tento explicar um pouco sobre Live Cinema e sua relação com as artes cênicas, o que foi meu exercício-investigação dentro da aula.

Estas investigações forem acompanhadas do seminário Arranjos Experimentais e Cultura Numérica 2013, que aconteceu nos dias  20 e 21 de junho também na ECA (USP). O performance foi realizado em parceria com Andrés Moreno, um desenhista e grande amigo artista.

Como requisito de qualificação da disciplina, apresente o seguinte texto que acompanha o registro da minha performance:

Reality is a Mass that Crawls (a realidade é uma massa que se arrastra)
work in progress.

Duração / Runing time: 00:35:00
Ação de desenhos e animação ao vivo / Drawing and live animation: Andrés Moreno
Montagem ao vivo, animação e sóm / Live montage, animation and live audio: Mauricio Ramírez Vásquez
Mauricio Ramírez Vásquez
São Paulo
2013

Em “a realidade é uma massa que se arrastra”, estou explorando as ideias de presença, ausência, e rastros do humano através de experiencias audiovisuais e performativas com roupas. Este projeto tem relação com El Cielo Protector (O Céu que nos protege, basado no romance de Paul Bowles), meu trabalho de graduação e artes plásticas (2007 Universidad Nacional de Colombia), e varias ideias sobre a minha condição de vulnerabilidade como estrangeiro no Brasil.

Estou movendo-me entre a animação (uma disciplina audiovisual), e a arte contemporânea, tentando uma experiencia aberta. A animação para mim, é uma disciplina fundamentada na observação de mínimas mudanças, que visa a desconstrução e reconstrução plástica do movimento.

Em minha prática como animador, achei cada vez mais difícil produzir uma montagem finalizada dos meus trabalhos, porque percebi uma plasticidade no processo da edição que é alheia ao vídeo terminado. Minha investigação é plástica: uso o tempo como material para decompor situações, desligando a narrativa, pois ela é sempre subjetiva e se constrói no espetador como meio para entender antes que experimentar. A narração é intrínseca a nossa percepção do tempo. Não obstante, estou mais interessado na construção de uma experiencia estética através dum fim espacial e audiovisual; em este projeto específico, usando à encenação do dispositivo cinematográfico em sua relação com as artes performativas.

Para este projeto estou trabalhando com animações feitas mediante uma descomposição quadro a quadro (frame by frame) de ações repetitivas, reproduzidas com frame-rates variáveis manipulados ao vivo para develar as diferentes camadas da repetição, construindo diversas percepções do movimento ilusório, segundo os estudos da Gestalt de Wertheimer (Steiman, Pizlo & Pizlo 2000).

Live cinema, musica visual, animação ao vivo, vjismo, tem já uma tradição dentro do audiovisual: estas práticas vinculam o dispositivo cinematográfico, descrito como a morte por muito teóricos, com a ideia de “ao vivo” a traves de manifestações da “presencia” em vários níveis, e relaciona-se diretamente para a ação performática, que traça um limite com a experiencia estética e a vida.

Esta visão da presencia tem evoluído tecnologicamente desde os primeiros espetáculos das fantasmagorias, e praticas audiovisuais pre-cinematográficas, e que incluem relações entre projeção e atuação ao vivo, tele-presencias por circuito fechado de TV, transmissões digitais, realidade virtual, entrelaçando disciplinas como as artes plásticas, a música, a dança, o teatro, e claro: o cinema.

Referentes:

MAKELA, Mia. LIVE CINEMA, Language and Elements, Thesis, Helsinki University of Art and Design, 2006.
Disponível em: http://www.miamakela.net/TEXT/text_Pr… consultado em 04-07-2013

STEIMAN, R. M., PIZLO, Z. & PIZLO, F. J., Phi is not beta, and why Wertheimer’s discovery launched the Gestalt revolution: a minireview. Vision Research, 2000.
Apresentação explicativa do fenómeno PHI em http://www1.psych.purdue.edu/Magniphi… consultado em 04-07-2013

FODEL, David, Live Cinema: Context and “Liveness”.
Disponivel em http://www.davidfodel.com/research/Fodel_Live_C

­inema.pdf consultado 04-07-2013

BOWLES, Paul, El Cielo Protector, Seix Barral, 2006.

DUBOIS, Philippe. Cinema, Vídeo, Godard. São Paulo: Cosacnaify, 2004.

Mais informação sobre o seminário Arranjos experimentais em:

http://www2.eca.usp.br/laica/seminarios/arranjos-experimentais-cultura-numerica-audiovisual-2/ (consultado em junho 21 de 2013)

Descomposições

PRTRT (2009) from Jean-Gabriel Périot on Vimeo.

Ultimamente tenho experimentado a ausência do tempo na arte digital, uma sensação de infinita vanidade do continuo. No facebook, nos videos da internet, nos filmes; a possibilidade de brincar dentro do tempo, do que fica diante ou do que fica atrás, já não importa. Pode ser que as mídias digitais virarem uma rutina para mim no fazer e no experimentar.

O papel do artista digital (daquele que trabalha com audiovisuais) pode ser revelar nossa percepção do tempo, sempre subjetiva. O tempo aparentemente sumiu no fazer digital. Não tem mais a marca do desenho, o da gravadura. Não é o mesmo tempo que permanece presente no punctum da fotografia, (o punctum de Barthes, da memoria e dos afetos, do detalhe,  porque ele vira fragmento em aquelas imagens descompostas. O fluxo abrumador de produção de imagens da era digital, assim como a transmissão ao vivo do video e da TV, reforçam sua percepção  como presente continuo: nunca as imagens tiverem vida mais corta, suas impressões também não são duradeiras. o mundo todo fica indexado, e a fotografia virou rutina e morte (antes era só morte).

A marca física não existe como resultado duma ação, não tem propriedade química: existem aparelhos que traduzem o mundo indexado, convertem-lhe em texto e logo o transmitem análogo ao nosso fluxo perceptivo. Eu experimento meu mundo desde uma tela, coisa pouco nova para dizer hoje.

Então no outro dia (faz um mês) conheço o vimeo de  Jean-Gabriel Périot. Tirei o link num rescunho de WordPress e esqueci, deixe pasar como tudo o outro que assisto nesta tela.

Hoje voltei ao blog, li meu escrito, assisti novamente seus videos, e consegui interpretar primeiras ideias registradas em este texto.

 

 

A minha intenção original era falar do tempo descomposto, ou da forma decomposta no montagem audiovisual. Como a animação aparece do montagem, como analise do movimento.  Depois falaria um poco da Gestalt, e da percepção do movimento, porque estou estudando a definição de animação.

Eu queria explorar minhas ideias agora que estou experimentando com este tipo de descomposição e mezcla de imagens. Falaria de Paul Bush e compararia a ilusão de continuo da forma, como ocorre em Furniture Poetry (1999), com a sincronização na janela dividida do video PRTR de Périot (primerio link).

Então assisti 200000 Phantoms, uma reconstrução de Hiroshima usando fotografias de arquivo de entre 1916 e 2006. O trabalho, além da reconstrução histórica, logra e evidenciar as imagens como fragmentos para inserta-as em fluxos de sentido, é dizer aproveita uma superposição concatenada de pontos de vista numa solo tela. Uma forma, um centro e uma serie de imagens que dão volta á aquela famosa construção. Sua intenção é documental, sua obra tem um compromisso com a memoria e a percepção política da condição humana.

As imagens de 200000 Phantoms são também uma vanidade duma paisagem fragmentada pelo tempo, que toma forma num índice múltiplo, relativo y dependente dum fluxo.

Meu desejo

Estou pensando em propor a animação como um ato performativo, cercano ao cotidiano de tudo mundo, consciente que é meu cotidiano, o meu ato de desenho, aquelo que aparecerá.

Estou pensando abstrair o tempo da animação em linguagens além da plástica, para arte da cena, para fazer um libro.

O desenho pode-se voltar o ato de desenhar, e pode voltar efêmero, limitado, sujeito a alterações do contexto.

Sou ciente de aqueles outros que já fizerem o mesmo, do live cinema. Sou ciente que levo um monte de tempo trabalhando em isto sem ter resultados.

The thief of the bees, um filme fugitivo e outro fragmentado

Levei algum tempo para me decidir falar sobre este filme (The Thief and the Cobbler), fascinado por a historia trás do filme, e por o “Candy Eye” visual da cena: fundos habilmente ilustrados da mano e direção de Errol Le Cain. Em eles prima o preciosismo da representação mediante o uso de geometria e da cor, tomando protagonismo em cenas que são um continuo travelling entre formas que viram paisagem, e jogos com distorções geométricas que aproveitam ao máximo o que a matemática pode oferecer  para a representação do espaço: as cenografias viram personagens dentro do filme, aproveitando o uso de anamorfismos,  fazendo brincadeiras  com a percepção ambígua da perspectiva. É clara a influença persa, conteúdo infinito em se mesmo, onde o contexto, e não a representação da perspectiva (também presente), é aquelo que dita as relações entre espaço e personagens.

O realizador é Richard Williams, animador inglês melhor conhecido por “Who framed Roger Rabit” e seu celebre libro: The Animator’s Survival Kit. Williams tentou fazer seu filme inspirado na arte persa; trabalho 28 anos no projeto, deixando uma historia turbulenta que a maioria da gente que estuda sobre animação chega a conhecer de uma forma ou outra. Quem quera mergulhar o embrolho pode pesquisar na wikipedia o seguir este link, onde Garrett Gilchris, quem atualmente esta fazendo uma restauração e re-edição amadora do filme (a versão que eu assisti) fala sobre o tema a profundidade.

Foi difícil de pensar o filme como “Filme”, pois a sua principal marca é a falta de unidade, feita evidente por a disseção, a fragmentação entre cenas e estilos. Esta mirada pode-se originar no fato de estar assistindo um filme inacabado,  e também por a natureza da reconstrução de Gilchris, que toma partes das diversas versões do filme. É também um “filme possível” na medida que consegue ser fragmentado e reconstituído, e vou tentar esclarecer esta ideia assim: Na sua condição de processo continuo recebe influencias e feedback de 30 anos de produção animada contemporânea a sua realização “inconclusa” (1), e insere logo uma outra dinâmica reconstitutiva e colaborativa que é só visível por a existência da Internet e a natureza da mídia digital.

“Wax or the Discovery of Television Among the Bees” (David Blair, USA, 1994)

O exercício de Garrett Gilchris, delimitado pela procura da visão original do autor, da cabida a outra percepções sobre o filme, potencia a reconstrução como ferramenta transgressora ao tempo-morte lineal. Mas, tem ainda de ser libertado da sua estrutura de filme, de fábula, para alcançar o seu equilíbrio, sua “homeostases audiovisual”. Inevitavelmente relacionei na minha cabeça este exercício com o filme hipermidia WAX-WEB de David Blair (USA, 1993), com certa unidade de estilo que é interna, e que consegue uma fechadura (interna – externa, como a homeostase celular) por o(s) estilo(s) e que podem ser recombinado(s) sem variar a sua natureza. WAX-WEB foi desenhado num sentido fragmentário que aponta a construção de sentido poético pela reconstrução narrativa do observador. The Thief and the Cobbler é um filme fugitivo que  saiu das mãos do criador, que foi pensado com uma finalidade (fílmica) e se resistiu até develar sua verdadeira natureza: sua produção fragmentaria faz sentido numa presentação fragmentaria. É uma obra viva no sentido das infinitas re-coinstituições que podem acontecer nas suas partes, pela continua reapropriação e reedição que nasceu de um processo aberto, que não pode conseguir um fechamento, é sim uma atenção aos detalhes, interpretados só num sentido do prazer visual, de estranhamento poético por as formas e as ações.

Estou a propor um novo exercício para The Thief and the Cobbler, a reconstituição fragmentaria e muda (de narração) do filme, libertar-lhe da linealidade repetitiva do cinema, e lhe fragmentar em tantas pequenas líneas como seja possível, develar sua natureza visual pela divisão de estilos (o que vem do gusto por a animação), e assim chegar a um hibrido entre ele e WAX-WEB, algo assim como “The Thieff of The Bees”: um filme fugitivo que aproprie as qualidades de colonia e enjambre, do fragmento metafísico proposto por David Blair com a imagem que fuje da narração porque mantêm em ela na sua estrutura mais básica, nos tipos de personagem e seus códigos de representação (esse aí é o mau, a princesa, o “hero“, etc.), transcendendo os cânones, estabelecendo outra montagem (uma montagem pós-dialética a falta de melhor palavra), o que permite esse outro estranhamento visual da animação por a animação.

1- Além da inspiração da arte Persa, pode se notar a psicodelia fantástica exemplificada magistralmente por  Yellow Submarine (George Dunning, Canada, 1968), o atualizado estilo Disney de “The Jungle Book” (Disney, USA, 1967), e das gravaduras de E.C. Echer, entre outras.

The Thief and the Cobbler reconstruido por Garrett Gilchris:

https://www.youtube.com/user/TheThiefArchive?feature=watch

http://tygerbug.tumblr.com/post/36726091731/the-thief-and-the-cobbler-recobbled-cut-mk4

http://thethief1.blogspot.com.br

WAX-WEB de Richard Blair:

http://www.waxweb.org/

Enlaces consultados pela última vez em 19-04-2013

Um pequeno progresso dos desenhos para Nossa Vida em Porto Alegre. Ainda não tenho certeza do que vou fazer com eles, a coisa vai apontado a uma publicação e uma animação; ou uma publicação para fazer uma animação. Estou experimentando com desenhos feitos desde fotos,  ensamblagens de séries fotográficas e panoramas criados com distorções, algumas muito pequenas, outras mais visíveis.

⎚

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Nossa vida em Porto Alegre e Guillermo Gomez-Peña

Imagem tomada de http://interculturalpoltergeist.tumblr.com/, um projeto de fotoperfomance de Gillermo Gomez-Peña

GP’s first Drag, Mexico City, 1961. Photo taken by his father.

1

Tenho de fazer dois confissões. (UM) Este espaço serve-me para praticar a minha escrita em portuguese. (DOIS) Ao seguir uma mecânica de diário, de caderno, estou tentando recopilar toda matéria importante que me permita voltar a ser. O que eu estou procurando é o EU. O que me é importante, o que tinha-me interessado, o que interessou-me, o que tem sido uma paixão, as minhas motivações.

Estou tentando definir-me, ter algo a dizer (de novo), usar meu cérebro, refletir, pensar e no final atuar. Ter algo visível ao mundo. Trabalhar e pensar e desenhar com auto-consciência. Estou tentando poer minha mente em algum lugar, e no processo descobrir onde tive a minha cabeça. Eu estou tão disperso, o ano todo foi assim.

As vezes faço preguntas tolas, como hoje que pensei apos ler meu curriculum “que se artista ou animador”. O que faz sentido na distinção? Eu tenho feito animação, tenho feito desenho. Quero voltar a desenhar, mas não acho que. O que sumiu? O espaço. o tempo, o amor.

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Tenho dificuldade de separar a minha vida do meu trabalho. Na procura de um equilíbrio traço-me frustração. Agora estou desenhando coisas dessa vida aqui no Porto Alegre. São um monte de coisas que tem sido presentes no meu ano (nosso ano): um pode dizer objetos. Dentro de pouco a gente vai para São Paulo e temos de levar menos do que trouxemos. Para mim será outro recomeçar. Na minha cabeça estou fazendo um mala com as coisas para lembrar da nossa vida aqui. Desenhar nossos objetos, as nossas pequenas coisas, faz parte da bagagem.

3

Hoje li um texto recente de Gillermo Gomez-Peña, o artista da performace mexicano mais conhecido pelo seu projeto LaPocha Nostra, uma “troupa” criada para promover e gerar colaborações com outros atristas. Gomez-Peña define a sua pratica artística de forma complementar a sua labor como docente, dirigindo projetos pedagógicos radicais, mais conhecidos como “The Pocha Metod”, uma serie de oficinas que vem realizando internacionalmente. O escrito é um diário da sua recuperação duma grave doença, abordado pela influencia dela no seu processo criativo. Numa passagem ele fala sobre a nostalgia das coisas feitas, e como elas podem-se interpor nas possibilidades atuais, o como elas afetam a sua realidade atual. Não tem duvida em pensar que a nostalgia é uma forma de escapismo:

I imagine…I imagine I am on the road with my troupe. I imagine I am performing in all the exciting places I was supposed to be: Cuba, Brazil, Canada. I also imagine myself receiving a prestigious award in Los Angeles and/or performing and teaching at Stanford. I’m supposed to be there right now. My imagination begins to wander in the landscape of my past as a newly arrived immigrant in Los Angeles. I imagine myself as a young Gómez-Peña performing extreme tasks such as walking from Tijuana to Cal Arts in two and a half days in order to understand migration; lying for 24 hours wrapped in fabric inside a public elevator to express the pain of leaving my country; not speaking for a month in order to investigate language…I remember or rather I imagine my self reenacting these actions again, now, at 57. Although I politically oppose nostalgia and regard it as a form of escapism, this particular form of creative nostalgia feels kind of healing, at least that’s what my delusional self #1 tells my struggling self #2.

O texto completo  pode ser lido neste link:

http://visitor.benchmarkemail.com/c/v?e=255D2B&c=EDCB&l=5613C96&email=pAEjKYJxQ4xe%2Bzd6bNiw8t4bTfzD%2Fgg1&relid=48332CA0

Sobre la Pocha Nostra:

http://www.pochanostra.com/